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TROPICASHER, Torá com Gostinho Tropical

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Parashá da Semana: VAYECHÍ    

 

VIEMOS DO EGITO... MAS VAMOS TODOS PARA A TERRA DE ISRAEL!  

Vamos cantar, pessoal?  

"A-ra-ra-fat, fa-fa-fat, fa-fa-fat...  

Mas que terror, que terror, que terror...  

Atravessamos o deserto do Sinai   Moshé deu a Torá para toda a Idisherai...  

A-ra-ra-fat, fa-fa-fat, fa-fa-fat...  

Mas que terror, que terror, que terror...  

Viemos do Egito, mas vamos todos para a Terra de Israel...  

Hashem... Hashem... Hashem meu bom Hashem!  

Traz Mashiach prá iô-iô   Traz Mashiach prá iá-iá

  Hashem... meu bom Hashem!"  

  Pois é pessoal, agora temos um novo conflito no Oriente Médio: "O conflito Midia-Israel".

Na ânsia de vender jornal de qualquer jeito, os jornais descobriram que falar de Israel dá IBOPE.  

E aí vale tudo: contar prosa, lorota, até mostrar um povo bondoso e sofisticado como os israelenses como fuinhas e um bando de árabes alucinados, de peixera, faca, bomba e fuzil na mão, prontos para liquidar quem estiver na frente, como se fossem os paladinos da justiça.

Pode?   Estaríamos em 1984?  

A julgar pelo que lemos na mídia estamos em 1489, pouco antes da expulsão dos judeus da Espanha.  

Pois agora estamos presenciando a expulsão dos judeus da mídia.  

Os autos-de-fé contra Israel nos jornais só se igualam à propaganda anti-semita dos países árabes.  

Quem abre o jornal na sessão internacional vê fotos homéricas de palestinos sofrendo, definhando, e nada sobre os israelenses que são assassinados, esfaqueados e estripados pelos árabes.  

E isso a troco de nada. É animalismo no duro. Porque se o problema fosse Terra, já estaria resolvido.  

Quem já visitou Israel ou está habituado a freqüentar qualquer comunidade judaica sabe serem os judeus incapazes de sair por aí injuriando pessoas e sabe também que o exercito de Israel é o único no mundo, sim, único no mundo onde existe o conceito de respeito humano, mesmo para o inimigos.  

Se os árabes fizessem uma unha do que fazem contra os judeus para suecos ou canadenses estavam todos vendo o mundo pelo lado de baixo da grama.

Os americanos demostraram isso no Japão.  

Este levante árabe chamado de Intifada é tão vandalistico que os caras estão dispostos a morrer, matar, morrer os próprios filhos, matar os filhos dos outros, fingindo ser tudo por um pedaço de terra onde à maioria deles não nasceu, pois foram parar lá a mando dos lideres árabes que queriam jogar os judeus no mar em 1948, outros chegaram ao leste de Israel trazidos por Sir Lawrence da Arábia a quase um século, porque a Inglaterra queria balancear o percentual populacional para tirar mais terras da França e todos seguindo uma diretriz do mundo árabe que crê que um judeu em Israel já é muito.

  Afinal de contas, com que intuito um povo equilibrado promoveria esta matança de judeus (e deles próprios) como os árabes estão fazendo?

Com que finalidade alguém permanece refugiado por 50 anos? Já viu alguém não se adaptar à sociedade em que vive em 2 no máximo 5 anos?

Já pararam para ver que toda vez que Israel chega a uma solução que faria potencialmente com que os árabes parassem as hostilidades contra os judeus, de repente estoura mais uma intifada? Estranho, né?  

A resposta está nesta parashá.   Israel (Jacó) nosso patriarca, se encontra em seu leito de morte no Egito.   Por isso chama o filho José e os irmãos e os faz jurar que o enterrarão em Israel.  

Também os faz jurar que seguirão os caminhos de Hashem e o transmitirão aos filhos e netos.   Ao que seus os filhos respondem em uníssono:

  "Escuta Israel, Hashem é nosso Deus, Hashem é Um"!  

Israel sente sua alma em paz com esta declaração e responde:

"Bendito seja O Nome de Sua Majestade (Hashem) para todo o sempre"  

Desta maneira, o patriarca Israel linka o povo judeu e a terra de Israel com Hashem.

  A alma de cada judeu está conectada diretamente com a terra de Israel, com todos os outros judeus do mundo e com Hashem.  

Foi graças a isso que conseguimos retornar e reconstruir Israel depois de dois mil anos de exílio.  

O Talmud diz que quem odeia os judeus também odeia Aquele que Criou o mundo.  

Por isso, o conflito árabe-israelense pode ter o nome e o pretexto que quiser, mas é desde o seu começo e vai ser ad eternum um conflito aberto contra o D-us de Israel.  

Ao admitir um link entre os judeus desde os tempos do Egito até os dias de hoje com Israel, os árabes estariam admitindo também que existe também um link entre a terra e o D-us de Israel, o que os jogaria automaticamente para o escanteio da historia e abalaria sua própria crença em Alá.  

Foi por isto que este link foi estabelecido no Egito, fora de Israel, e não por coincidência naquela que hoje á a maior nação árabe e que podia num piscar de olhos ter absorvido todos os árabes da faixa de Gaza para dentro de seu território quando esta faixa estava em seu poder, entre 1948 e 1967.

  Mas não o fez, para poder atiçar os judeus incessantemente como o mundo árabe ainda faz.  

Nenhum povo faz um "auto-sacrifício" como este dos palestinos, que poderiam viver com felicidade em qualquer um dos mais de vinte países árabes ou mesmo em outros países, como fizeram e fazem milhares de italianos, portugueses, espanhóis, russos, ingleses, chineses, japoneses e judeus quando sentem que já não podiam viver em seu próprio pais.  

Os paises árabes estão dispostos a forçar seus próprios irmãos a viver na pindaíba total para poder comover o mundo vinte e quatro horas por dia com um problema que não é nem a qüinquagésima-sétima prioridade da humanidade, mas que eles fazem ter a ilusão de ser a primeira.

  Os árabes-"palestinos" não são refugiados.

Saíram de Israel a mando dos califas de então.  

Ninguem neste século é refugiado por 50 anos.

Tem algo muito estranho acontecendo aqui.  

Temo que esta não é uma guerra por territórios.  

Nem pelo sonho de ser feliz de formar um lar em um novo país.  

Nem pela auto-definição de um povo.   Pois o povo "palestino" acabaria na mesma hora em que Israel deixasse de existir.

A maioria deles seriam expulsos pelo califa de plantão e ninguém mais se lembraria deles.  

Todos os povos que molestaram gratuitamente os judeus, o fizeram pelo nosso vinculo com Hashem.  

Assim foi durante a Inquisição.   Assim foi durante o Nazismo.   Assim foi durante o Comunismo.  

Por isso, o único acordo de paz possível para os judeus é este:  

Hashem oz le'amó iten, Hashem yevarêch et amó ba Shalom  

D-us dê coragem para o seu povo, D-us abençoe o seu povo com a Paz.  

Shabat Shalom