B"H

 

TROPICASHER, Torá com Gostinho Tropical

 

TORÁ NA COPA DO MUNDO

 

Cachaça x Champanhe: a alegria de um é a tristeza do outro.

Dia 12 de Julho de 1998 foi a Final da última Copa do Mundo do século XX.

Bandeiras verde-amarelas agitavam os corações do planeta futebol.

         Você vai ver muito patrício não comer nem beber nada durante esse dia, desde a hora que amanhece até a hora que escurece. E por quê isso?

Então quem consegue comer ou beber num clima desses? (Durante a prorrogação e os penaltis de um jogo do Brasil alguém consegue comer alguma coisa fora unha?)

Então, em 17 de Tamuz é quase igual, só que o motivo é muito mais sério:

Se o Brasil ganhasse, a vitória teria muitos donos. Se perdesse, só se culparia o técnico.

Com a Torá não é assim: Se passamos por uma fase negativa, todos somos obrigados a refletir sobre as próprias falhas e participar na sua reparação. Isso se chama Teshuvá.

Que tem isso a ver com a Era Messiânica?  Tem que na Era Messiânica, todo o mundo entra em campo de mãos dadas, assim como a Seleção. Só que a vitória de um não significa a derrota do outro. Todos podemos alcançar a felicidade, potencializando o que temos de melhor, sem para isso minar as possibilidades do próximo.

Dia 17 de Tamuz é o primeiro dia das três semanas que antecedem o TISHA BEAV (9 de Av), dia em que aconteceram as piores nhacas pro Povo Judeu. Se você não jejua por qualquer motivo, pode trocar o jejum por Tzedaká (caridade) que deve ser dada antes de comer ou beber algo. Assim não está tirando o corpo fora do nosso sofrimento histórico.

            Na Kop do Mundo do Mashiach, o quebra jejum vai ter Cachaça, Champanhe, Whisky, Vodka, Tequila, Vinho, Rum e tudo que é L’Chaim pra gente festejar dois mil  anos de espera em todos estilos, sem perdedores, só vencedores!

A Kop do mundo é nossa...

... Dezoito milhões em ação, pra frente Israel, com as bençãos do Céu!