B"H
Edição Comemorativa:
TROPICASHER,
Torá com Gostinho Tropical - Ano XIX
CDs "Tem Judeu na Samba!"
Alegres! Divertidos! Judaicos! Brasileiros!

Bom para o corpo, bom para o espírito.
Parashá BAMIDBAR - Começa o 4º Livro da Torá
nosso e-mail de aniversário:
tropicasher@jewishbrazil.com
MAZEL TOV !! NESTA
SEMANA FAZEMOS ANOS NA INTERNET!
Eis os tópicos desta edição:
* SER CASHER, COM OU SEM VERGONHA?
* A RECICLAGEM DA PARASHÁ: MAIS UM ANO DE PARASHÁ
"BAMIDBAR"
* A PRIMEIRA LENDA DO FOLCLORE TROPICASHER: BRONCA DE LEVE
E OS SETE ANAVÕES!!!!!!!
SER CASHER, COM OU SEM VERGONHA?
Quando eu morava no Canadá, uma vez o rabino Amnon Itschak de Israel, comunicador casher das massas nos brindou com sua presença em Toronto.
O rabino Amnon Itschak é de descendência yemenita, os únicos judeus não ashkenazim que usam "peot" grandes. Eles têm um folclore sensacional e uma cozinha deliciosa.As judias yemenitas são na maioria casher, têm fama de serem lindas até dizer chega, são sorridentes e espontâneas.
Ele ficou famoso em Israel por gravar palestras de Torá coloridas e bem-humoradas em milhares de fitas cassete e distribuí-las em tudo o que é biboca de Israel, entregando para pedestres, motoristas, e se perigar, até pro guarda.
Esse rabino aborda tudo que é assunto que você possa imaginar, utiliza ora um vocabulário coloquial, ora um vocabulário erudito e usa muito a maneira de falar do exército de Israel, cheia de expressões engraçadas.
Devia ter umas 600-800 pessoas no auditório, gente de tudo que é tipo e fé. O rabino fez um paralelo entre a teshuvá (volta à Torá) e as dez pragas que HaShem lançou sobre o Egito, que começaram "lá debaixo", do Nilo (o sangue) e foram subindo. e subindo. A nona praga (a escuridão) atingiu o Sol e a Lua e a décima (a morte dos primogênitos), atingiu o lugar onde estão as criaturas celestiais e as almas.
Da mesma forma, o caminho da teshuvá também deve ser progressivo e deve seguir uma certa ordem para ter sucesso. Uma senhora que se tornou Shomeret Shabat perguntou ao rabino como faz para se dar bem com a família, que não é.
O rabino disse que da mesma forma que uma pessoa da família pode chegar em casa dizendo que tem um hábito alimentar peculiar e adotou um estilo de vida específico, isso não a torna menos membro da família. Uma pessoa que retomou o estilo de vida da Torá tem por mitsvá adicional a obrigação de ser gentil e amoroso com os seus.
Ao final da palestra o rabino nos mostrou um vídeo emocionante e concluiu dizendo que ao seu ver (dele) o principal motivo pelo qual os judeus de hoje não cumprem mitsvót apesar de toda a informação disponível, é porque têm vergonha de andar de kipá, tsitsit, do que vão pensar os vizinhos, parentes e colegas de trabalho.
Por isso, o rabino Amnon Itschak adota uma postura bastante brincalhona nas suas palestras, que é para deixar o pessoal bem à vontade. No final da noite ele distribuiu lenços para as mulheres casadas e tsitsit para os homens.
Puseram umas músicas chassídicas e sefaradis superalegres para tocar e quem quisesse ganhar lenço ou tsitsit tinha que ir lá no microfone fazer a brachá. Grande rabino Amnon Itschak!
A nossa geração talvez seja a mais abençoada de todas, por termos tantas opções judaicas, o que torna o estudo da Torá e cumprimento das mitsvót, um raro prazer.
Abraços Tropicasher.
A RECICLAGEM DA PARASHÁ: VOLTAMOS À PARASHÁ "BAMIDBAR"
O sentido de ler a Torá de novo a cada ano, é o de encontrarmos novos enfoques e de nos aprofundarmos cada vez mais nos seus segredos e níveis de entendimento.
Como o cenário a nossa volta
também muda,
sempre há algo novo para se aprender.
Em 5758 (1998), soltamos a primeira parashá TROPICASHER na Internet, por isso o Tropicasher aniversaria sempre antes de Shavuot,
data na qual celebramos a entrega
da Torá aos 2448 anos da Criação do Universo.
As vinte primeiras edições do Tropicasher foram publicadas no site
www.chabadmorumbi.com.br, na sessão Vortual, pelo jornalista Pessach Grinspun, a pedido do
Rabino David Weitman, que apoiou nossa iniciativa desde o início. Hoje temos
nosso próprio site, www.tropicasher.com
onde você pode saborear nossos comentários das Parashót do ano num clique só;
rir enquanto aprende judaísmo com as Lendas Tropicasher; esbarrar num dos nossos
Artigos Interessantes e de repente até rola um som tropical com aquela mensagem
judaica super alegre de balançar o espírito.
Pois bem, a parashá Bamidbar começa assim:
HaShem falou com Moshé, no
deserto do Sinai, no primeiro dia do mês de Yiar (meu
aniversário), no segundo ano após a saída do Egito, e pediu
para Moshé fazer o censo dessa turma, cada tribo em separado.
Rashi explica que HaShem vira e mexe mandava Moshé fazer o censo
dos judeus, pelo carinho que tem por Israel, como alguém que
conta algo que lhe seja precioso.
Uma das formas utilizadas para o censo era a doação de meio
shekel por cada um. Se contava a féria no final, que
multiplicando por dois dava o número de judeus adultos.
Por que se contava dinheiro e não pessoas?
Um dos motivos de não se contar pessoas se deve à brachá
(bênção) que HaShem deu a Avraham Avinu, que os judeus sempre
seriam incontáveis.
Se você prestar atenção, verá que nunca se conta o número de
homens para ver se tem "minian" (quorum). Em vez disso
a gente fala um versículo da Torá que tenha dez palavras, ou a
brachá do pão (Baruch Atá Ado-nai Elo-heinu Melech HaOlam
haMotsi Lechem Min ha'Aretz), que também tem dez palavras.
Então por que "meio" shekel e não um shekel inteiro, ou
qualquer outra forma de contagem?
Porque a Torá ensina que a base da tsedacá, de fazer o bem, é
a união de esforços entre as pessoas. Se cada um dá meio
shekel, se conscientiza que o seu esforço deve se juntar ao
esforço do próximo para se obter algo inteiro, que beneficie a
todos.
E por que HaShem mencionou a data e o lugar do censo? Para lembrar os lugares e os momentos onde aconteceram episódios
marcantes ao nosso povo, na sua trajetória de evolução
espiritual.
Censos como este, tem por meta inspirar um compromisso histórico
entre todas as gerações de judeus, lembrando a cada um de nós
a dupla responsabilidade de crescer com a Torá e de passar essa
riqueza toda para a próxima geração, sem quebrar a corrente,
até se unir ao último elo e entregar o bastão final
nas mãos do Mashiach.
Está perto.
LENDAS DO FOLCLORE
TROPICASHER: BRONCA DE LEVE
E OS SETE ANAVÕES
(a estória completa está à sua disposição clicando aqui: www.jewishbrazil.com/broncadeleve.htm )
Ultra-resumo dos
capítulos anteriores, num fôlego só:
Era uma vez um castelo no meio da floresta, onde vivia Bronca
de Leve. No castelo também vivia
Vashti Danámeu, que tinha inveja da sabedoria e do bom caráter
de Bronca de Leve, que um dia ficou tão saturada dessa
situação toda, que resolveu fugir do palácio e se depara com
uma casa cheia de cômodos, mas de baixa estatura com 7 Mezuzot.
Entrou na casa sem cerimônia se servindo do panelão de tchulent
que sobrara do último Shabat, quando notou que havia um nome
diferente escrito na cabeceira de cada cama: Rebe, Simcha,
Broiguez, Shlufn, Tsuguezint, Bubale e Dunguer. Não longe dali,
sete sábios estudavam dentro de uma caverna, onde havia
abundância de ouro e pedras preciosas. Estes sábios eram
mundialmente conhecidos como "Os Sete Anavões", por
causa de sua extrema humildade. Todos os dias, às cinco horas da
tarde, um dos Sete Anavões saía à porta da caverna e gritava:
- Minchá!! Naquele dia foi Dunguer quem saíra à porta da
caverna para chamar gente para o minian. Dunguer sonhava chegar
à final da "Kop do Mundo", uma competição de
sabedoria
Judaica cujo o objetivo era o G.O.L. (Groice
Oportunidade de Limud). A Rainha Vashti Danámeu estourou de
raiva no banheiro do palácio, porque não admitia ter sido
enganada por Bronca de Leve. Resolveu se vingar e virando para o
seu Espelho Mágico, pergunta: Aonde está Bronca de
Leve? - Está na casa dos Sete Anavões, rainha. - Vash ti
danar, meu! - bradou a Rainha, atirando um tamanco no Espelho
Mágico e lascando mais um pedaço da moldura. Termina
aqui o
ultra-resumo.
EPÍLOGO E
FINAL DA ESTÓRIA:
O Espelho Mágico já estava por aqui da
grossura de Vashti e não agüentava mais aquele sotaque
trasmontano, por isso fez o que pôde para segurá-la no castelo
para dar tempo de Bronca de Leve se encontrar com o príncipe, o
que finalmente o libertaria de dentro daquele espelho. No dia que
o príncipe se casasse, o encanto se desencantaria e o Espelho
poderia finalmente viajar para Israel, seu sonho dourado.
Por isso começou a perguntar charadas Tropicasher para a Rainha,
que, orgulhosa que era, não sairia dali sem esnobar o
Espelho:
- Rainha, quantos rabinos precisa para trocar uma lâmpada?
- Dois, um para segurar a escada e outro para trocar a lâmpada.
Os rabinos são gente sábia e prática, retrucou a soberana.
- Errou! Não precisa de nenhum. Se o rabino for "fera"
mesmo, vai ter tanta luz no quarto que ninguém vai notar se a
luz pifar. Assim era com o grande Rabi Yonatan Ben Uziel: o
Talmud conta que quando ele estudava Torá, se uma ave passasse
voando na frente dele, virava um frango assado, tamanha a luz
que o Rabino irradiava.
- Vash ti danar, meu! - foguejou a rainha, tacando-lhe um
cinzeiro de acrílico enorme que tinha roubado dum hotel durante
um Shabatão. Se o Espelho não desvia, adeus férias em Israel.
O cinzeiro acabou quicando na
parede e voltou voando que nem um bumerangue em direção à
Rainha, que saiu correndo pela porta dos fundos e aproveitou a
deixa para ir ao encalço de Bronca de Leve.
Enquanto isso, Dunguer vagueava pela floresta procurando mais 3
caras para completar minian. Achou um. Era o lenhador, cuja
parnassá era vender bancos de madeira feitos na hora para as
sinagogas do reino.
- É o banco, é o banquinho, é o bancão. Fresquinho, cortado
na hora! Quem vai querer? - anunciava o lenhador, enquanto
empurrava o carrinho com seu machado e ferramentas. - Vai um
banco aí, doutor? - perguntou a Dunguer.
- Hmmm, gmmn, munhunhunnn - sinalizava Dunguer, mostrando um
"oito" com os dedos e apontando para ele, dizendo que
precisava dele para completar minian. Dunguer só falaria se
dissesse brachót ou psukim (versículos da Torá, Talmud,
Salmos, etc.), porque fazia jejum de palavras (ta'anit dibur).
- Quer oito bancos? De que tamanho? Pode ser de Jacarandá? De
Cerejeira acabou.
- Gmuunhunhunn, hummmtnuun! - repetiu Dunguer fazendo com os
dedos um "dois", apontando para ele e fazendo com as
mãos como quem está rezando, como que dizendo que com o
lenhador no minian, só precisava de mais dois.
- Quer dois bancos para a sinagoga e seis
para a tua casa? No problem.
Sem mais remédio, Dunguer viu que teria de falar, então apelou
para a brachá do pão, que possui dez palavras: "Baruch
Atá Ado-nai, Elo-heinu Melech HaOlam, haMotsi." (até aqui
dá 7) e apontando para o lenhador disse "Lechem."
- Está com fome? Por que não falou antes? Ainda tenho um
sanduíche de salmão que sobrou de um "bris" que eu
fui hoje de manhã. Toma, pode comer.
Dunguer ficou sem ação. Mesmo para um Anavão, era muito pra
cabeça.
A salvação veio milagrosamente do meio das árvores. Duas
figuras se aproximaram da nossa dupla e completaram a brachá em
uníssono.
- . Min haAretz!!!
- Sua Alteza!!! Seu Príncipe!! Que honra, suas majestades virem
lanchar com a gente na floresta!
Dunguer se deu conta rapidamente do vexame que o lenhador estava
dando, e logo se apressou em dizer a brachá que se faz quando se
vê um Monarca não judeu: "Baruch Atá Ado-nai, Elo-heinu
Melech HaOlam, Asher Natan meKvodo lebassar vadam".
O rei e o príncipe não podiam completar minian por não serem
judeus. Estavam à procura de Bronca de Leve porque não
agüentavam mais comer sanduíche de caviar. Desde que Bronca de
Leve se fora, ninguém mais no palácio sabia preparar arroz doce
e canjica. Com canela.
Então... quem foi que disse o resto da brachá?
As duas vozes que completaram a brachá do pão foram se
aproximando lentamente do grupo. Quando estes chegaram perto,
Dunguer exclamou: "Rabi Nachman de Breslav! E Rabi Natan de
Breslav! Baruch Atá." (existe uma benção para dizer
quando a gente vê um sábio).
-
Não pronuncie uma bênção em vão meu bom homem. Somos
chassidim de Breslav, mas não somos o rebe e seu famoso
discípulo. Já estamos no futuro, com Internet e tudo,
lembra-se?
Dunguer estava confuso. Sabia que os chassidim de Breslav tinham
o costume de rezar na floresta, para estarem perto da natureza e
sentirem a presença Divina no esplendor da Criação, como
ensinou Rabi Nachman. Mas por um momento, teve a sensação de
ter visto o Rebe e seu discípulo pessoalmente.
De qualquer modo, estava supercontente de ter achado mais 3
yehudim para completar o minian.
- A reza terá de esperar, Dunguer. Temos de achar Bronca de
Leve. Ela corre perigo. Vimos a rainha sair do castelo vestida de
"yenta" com uma cestinha de shtrudel de maçã nas
mãos. Desconfiamos de algo, porque a rainha odeia shtrudel e só
os usa como veneno de rato.
O Rei sabia que aquele chassid tinha razão, por isso ordenou à
sua tropa de elite que os acompanhasse, e rumaram todos para a
casa dos Sete Anavões.
Os seis Anavões que sobraram na caverna também ficaram com a
pulga atrás da orelha por Dunguer estar demorando tanto e
resolveram sair para procurá-lo.
Vashti Danámeu chegou à casa dos Sete Anavões antes de todo
mundo e tocou a campainha. Bronca de Leve perguntou o que era
pelo interfone e disse que não estava interessada em comprar
escôva de cabelo, e nem aspirador de pó.
- Isso só se vendia em filme americano da década de sessenta,
disse a rainha cinicamente. Estou lhe oferecendo gratuitamente
duas passagens para Miami na compra de apenas uma cestinha de
shtrudel!!
- Pode pagar no cartão? - respondeu Bronca.
- Pode. Se quiser dar cheque pré-datado, também aceitamos.
Bronca de Leve quis aproveitar essa boca e abriu a porta para a
rainha. Pagou com o cartão e levou a cestinha e as passagens.
Mas não comeu o shtrudel porque desconfiou de algo.
- Você é a rainha malvada!!! Te peguei!! Você aceitou meu
cartão de crédito sem olhar a data de expiração!! Este
cartão venceu há cinco anos atrás e só o uso para espalhar a
canela no arroz doce por igual!
- Vash ti danar minha!! Vou te transformar num cliente de banco
com crédito estourado! - disse a Rainha, e imediatamente puxou
seu lap-top, ligou na internet e jogou o nome de Bronca de Leve
no SPC.
- Não vai funcionar, Vashti. E considere-se presa por tentativa
de difamação, disse o Ministro da Justiça, que procurava pelo
rei para que aprovasse uma emenda no Serviço de Proteção ao
Crédito do Reino, que
removesse da rainha o direito de colocar qualquer cidadão
"na fogueira" quando bem lhe aprouvesse.
O rei assinou na hora e disse à rainha que dessa hora em diante
ela seria "promovida" a cozinheira oficial do castelo,
e que ai dela se falhasse na canjica. Dito isso, virou as costas
e subiu na sua carruagem "zerinho" acompanhado pelo
príncipe, que olhava Bronca de Leve sem parar. O rei puxou-o
pela manga, dizendo que já tinha um shiduch para ele com a filha
do dono de uma cadeia de docerias de São Paulo, que tinha um
arroz-doce "daqui".
Bronca de Leve, Dunguer e os dois chassidim de Breslav pulavam e
dançavam de alegria. Foi quando chegaram os outros seis
Anavões.
- Vus está acontecendo cán? Disse Rebe.
- Alguém colocou a tampa do tchulent, que contém carne, na pia
reservada para leite, relatou Broiguez.
- Que beleza! Já temos minian, vamos celebrar - festejou Simcha.
- É bom a gente rezar Mincha logo porque estou com sono -
bocejou Shlufn.
- Atchim!! Esse rapé é bom, mas não se compara com àquele que
distribuem na Sinagoga em Yom Kipur - espirrou Tsuguezint.
- Nada se compara com as flores de Eretz Israel na primavera -
suspirou Bubale.
- À propósito, por que vocês tem sete mezuzot na porta?
- perguntou Bronca de Leve.
- O que você está vendo são sete "nartikim"
(caixinhas), grudadas uma na outra. Dentro está um enorme
"klaf" (pergaminho). A palavra mezuza se
popularizou significando o "nartik" com o
"klaf" dentro, mas na verdade, mezuza em hebraico quer
dizer "batente da porta" - responderam todos
juntos, porque além de humildes, eram muito unidos.
Com esse papo todo, o sol já estava quase se pondo. Mais um
pouquinho escurecia e todos iam perder a reza da Minchá. Foi
quando o lenhador se apressou e disse: - Pessoal, me desculpem
mas tenho de ir para um Shil perto daqui terminar uns bancos.
- UM SHIL??!! - disseram os outros nove. - Temos de rezar
Minchá!!
- Então vamos embora cambada, que eu mostro onde é.
- Vamos lá pessoal, todo o mundo fazendo fila atrás do
lenhador!
- E eu preparo arroz-doce com canela para vocês comerem na
volta.
. E assim, saíram todos atrás do lenhador, rumo ao Shil,
cantando alegremente:
"Eu vou, eu vou, pro Shil agora eu vou, para-ra tchim
bum, para-ra tchim bum
eu vou, eu vou. eu vou, eu vou. eu vou, pro Shil
agora eu vou."
E foram religiosamente felizes para sempre.
Gostou de ler?
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